terça-feira, 18 de maio de 2010

Momento poético

"Jaca madurinha na jaqueira,
Suspensa, vista pela menina,
Esperando boca que a queira,
Perdendo a sua vã cor fina

Saca a menininha à beira,
Preferindo talvez tangerina,
Faca amolada na pedreira,
Excluindo a tal pequenina

Desconfiada, ela já cheira:
Do pé à mão, da mão às narinas
Alegra a menina faceira

O aroma da fruta que examina
E leva-a direto à feira
Para jaca cumprir sua sina"

Autor: Eu, Sérgio
publicado em 22/02/2005

terça-feira, 27 de abril de 2010

Bicos de Peito!

Por Thiago Augusto
Belo Horizonte, Minas Gerais

Estamos famosos. Eu diria, MUITO FAMOSOS. Recebemos homenagem de Patizinha Rica e de Ex-Pobre Gostosa. Sim! Sim! Segue as duas fotos abaixo para não me deixarem mentir, caro Amigo Macho.

Bejunda e Abraceta!



Beyoncé



Paris Hilton

domingo, 4 de abril de 2010

Discutindo futebol

O critério de classificação no Campeonato Brasileiro é meio injusto.

Os quatro primeiros se classificam à Libertadores, isso está certo.

Do quinto ao 12º, o time vai à Sul-Americana, não parece injusto.

Acontece que os quatro primeiros tem direito à competição mais importante, porém quase são castigados ao perderem a oportunidade de disputar outros troféus almejados: a taça Sul-Americana e a Copa do Brasil.

Analisando isso, veremos que pelo menos três dos times de ponta necessariamente não conquistarão nem Libertadores, nem Sul-Americana, nem Copa do Brasil, ao passo que um dos oito times de "2º escalão" terão ao menos a chance de conquistar dois campeonatos importantes do ano.

Acho que o justo seria os quatro primeiros se classificarem à Sul-Americana, à Copa do Brasil, além da Libertadores. Do quinto ao oitavo se classificariam automaticamente apenas à Sul-Americana.

É claro que essa fórmula é menos democrática, pois ela concentraria todos os campeonatos importantes nas mãos de poucos times. Apesar disso, ela é mais meritocrática, já que evitaria uma situação bizarra de, por exemplo, um time da "metade de baixo" conquistar uma competição internacional de relevância, enquanto, na melhor das hipóteses, o vice, o terceiro e quarto não ganhassem nada.

Para ser mais democrático, a CBF poderia estimular os melhores times a desistirem dessas competiçõe secundárias, ainda não pensei bem como. Poderia ser em dinheiro (pagar para não disputar uma Copa do Brasil, por exemplo), ou anular certas punições pendentes como suspensões ou multas.

A idéia é que a disputa de mais campeonatos de relevância fosse direito dos melhores times do Brasil. E a inscrição ou não neles ficaria a critério exclusivamente daqueles que mais merecem aquelas vagas.

terça-feira, 23 de março de 2010

Da série: O que você prefere?

Por Thiago Augusto
Belo Horizonte, Minas Gerais

Caros amigos Machos. Um questionamento vital vos proponho. Antes, contextualizarei. Quando não usamos algo importante temos a famosa gíria do "está cheio de teia de aranha". Agora o ponto.

Os antílopes machos são Machos por natureza e usam seus chifres como defesa e em atitudes de Macho, como as brigas pelas fêmeas. Quando ele não usa o chifre, ou não se defende ou não pega ninguém. Por outro lado, pela cultura machista do ser humano(incoerência de macho), quem tem chifre é corno e corno é um bunda mole, frouxo.

PARADOXAL.

Mas agora pensem. Preferem ter chifre, ou ter chifre e não usar? Perguntem a esse antílope.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Novo personagem do Ceará

Notícia exclusiva do Bico de Peito:

O humorista Wellington Muniz, apelidado como Ceará, do Pânico, é conhecido por interpretar paródias de personalidades folclóricas, como o Sílvio Santos, Clodovil, Marília Gabriela e Dercy Gonçalves, usando uma dentadura que lhe aparenta uma gengivite.

Agora ele ataca na sua primeira imitação internacional: o futebolista Carlos Valderrama, com sua famosa e vasta cabeleira.

Abaixo, o Bico de Peito mostra, com exclusividade, a primeira foto desse novo personagem.


Ceará como Valderrama

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Popuzudas se arrependem!


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Em tempos de Lulinha e visitas ilustres, vos trago um papo deveras polêmico. Até quando uma bunda pode fazer sucesso? Flacidez? Silicone furado? Ou simplesmente os bons costumes a a boa e velha moralidade retomam as rédeas? Algumas senhoritas, antes formosas e turbinadas, são, no fim, como máquinas velhas. Tem que ser trocadas. E quando isso acontece!? Viram atrizes? Apresentadoras de TV? Participam da Fazenda? Ou simplesmente viram Mães de Família? Acompanhem esse diálogo.
Thiago: Sérjão, vejo isso.
Sérgio: Olha só... A Feiticeira cuspindo no prato que comeu.
Thiago: Velho, isso dá processo.
Sérgio: Tudo o que ela é hoje, ela deve a Feiticeira. E hoje vem com esse papinho de constrangimento??? Coerência, para quê, né?
Thiago: Mas ela tem um pouco de razão.
Sérgio: Uai, mas quando o dinheiro entrava a rodo, mesmo que fosse de biquíni, isso não tinha problema nenhum, né? Não dou razão não.
Thiago: Eu dou. Ela antes tinha uma bunda. Hoje ela tem uma bunda flácida. O que acha que ela pode fazer!? Se prostituir como a maioria!?
Sérgio: Filme pornô.
Thiago: Ou arrumar outra vida.
Sérgio: Igual a Rita Cadilac e a Gretchen.
Thiago: Ihhh. Tem muitas aí nesse esquema.
Thiago: Leila Lopes, Vivi Fernandes...
Sérgio: Leila Lopes! A professorinha. Bem lembrado. Bem lembrado...
Por fim, concluo. Antes de tirarem a roupa, mostrarem as trompas de falópio nas revistas masculinas, ou mesmo namorarem o Latino, pensem. Um dia serão Mães. Dinheiro não compra moralidade. Os bons costumes e a boa educação vêm de berço, e por isso a pergunta é:
Qual berço oferecerão para os seus herdeiros?
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O seguinte comentário foi acrescentado por Sérgio em 21 de julho de 2017 (e sem consentimento do Thiago):

O diálogo acima não necessariamente existiu de fato. Me lembro vagamente desse episódio, mas tenho certeza que é mais uma inspiração do que uma transcrição de algum bate papo que tivemos. Por exemplo, o último comentário da Leila Lopes, estranhei estilisticamente, pois não falo nem escrevo assim (inclusive não entendi a relação entre Leila Lopes e "professorinha", dúvida que vou tirar no google DEPOIS de terminar este comentário).

Bom, o comentário é que o seu eu do futuro sempre pode se surpreender com como o seu eu do passado podia ser escroto  retardado. Assumo que muito provavelmente eu julguei a Feiticeira por esse fato mesmo. Pra ela, minha opinião faz zero diferença, mas pra mim mesmo conta muito.
Hoje eu CAGUEI pra essa notícia. Mas achei ridículo o fato de eu me posicionar. E mais ridículo ainda o posicionamento que adotei. E da forma como me posicionei Motivos da minha vergonha são incontáveis, então nem vou comentar um por um. Por mim, a Joana Prado pode buscar a felicidade dela como lhe convier. As pessoas têm direito de mudar. Mudou a Joana Prado, mudou  também o Sérgio. Melhor: mudar não é só um direito, é um fenômeno humano necessário. Ninguém precisa de permissão pra mudar, nem da aprovação de um pretensioso ex futuro blogueiro frustrado. A diferença da Joana Prado pra mim é que eu tenho motivos pra me envergonhar do meu eu do passado.

Embora eu tenha poderes de apagar essa postagem, resolvi mantê-la para eu poder me lembrar para sempre que minhas convicções morais de hoje sempre podem ser ressignificados para cagação de regra amanhã.

E a ex do Latino é a Kelly Key. A Kelly Key. O Latino é que é um qualquer que foi ex dela.